DANIEL MARIN
Ninguém é uma ilha cerceado em si próprio, somos fruto de uma intrincada cadeia de interações.
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Textos

A solidão noturna afaga a alma,

No mar escuro de brandura,

Vejo a face do amor e da candura,

No devaneio da poesia nobre e clara.

 

Sonhos e emoções que revolvem,

São como sublimes sensações em fulgor,

Armas do espírito, que clama com ardor,

No universo pleno e incerto em chamas.

 

A busca pelo prazer pode até cegar,

É um elixir que mata ao invés de curar,

Caleja a alma juvenil a ponto de sufocar.

 

São assim os mistérios da vida humana,

Uma fábula rica, imprevisível e insana,

Que finda sorrateiramente na varanda.

Daniel Marin
Enviado por Daniel Marin em 27/12/2024
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