Na selva de pedra,
Tudo é solidão,
A verdade se engendra,
Nas ruas frias da perdição.
Paralelepípedos irregulares,
E o cambalear do ébrio,
Sem destino, tenciona novos ares,
Na vã ânsia de ser sóbrio.
Devaneios tolos batem à porta,
Como maçãs frescas nos pomares,
Esperam amadurecer a resposta.
Tonalidade cinza da selva feroz,
É um tom rude que absorta,
E faz do infortúnio um perigoso algoz.