DANIEL MARIN
Ninguém é uma ilha cerceado em si próprio, somos fruto de uma intrincada cadeia de interações.
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Textos

Selva de Pedras

 

Na selva de pedra,

Tudo é solidão,

A verdade se engendra,

Nas ruas frias da perdição.

 

Paralelepípedos irregulares,

E o cambalear do ébrio,

Sem destino, tenciona novos ares,

Na vã ânsia de ser sóbrio.

 

Devaneios tolos batem à porta,

Como maçãs frescas nos pomares,

Esperam amadurecer a resposta.

 

Tonalidade cinza da selva feroz,

É um tom rude que absorta,

E faz do infortúnio um perigoso algoz.

Daniel Marin
Enviado por Daniel Marin em 29/12/2024
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