DANIEL MARIN
Ninguém é uma ilha cerceado em si próprio, somos fruto de uma intrincada cadeia de interações.
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A popularização da tecnologia informática propiciou que às pessoas entrassem em contato com o mundo digital. Um mundo pautado pela abstração e logicismo aplicado, povoado de aplicações para as mais diversas modalidades imagináveis das nossas vidas cotidianas. Tudo isso somado à velocidade absurda das comunicações abarcadas dentro do contexto das TICs (Tecnologias da Informação e Comunicação).

Dentro desta contextualização a IA (Inteligência Artificial) tem o seu quinhão. Na atualidade em que devido à própria exponenciação tecnológica, aplicações baseadas em IA, se proliferam ás pencas. Tudo na verdade não passa de técnica aplicada, a techne grega, ou seja, a pura e simples tecnologia, que se apresenta aos nossos olhos com ares de sofisticação e inovação.

Aplicações de IA evidentemente objetivam no seu cerne "imitar" sob certo aspecto o gênero humano. Em certos casos até tem tido relativo êxito, mas contudo é preciso ter parcimônia e doses cavalares de calma. Já que um circuito lógico binário ou mesmo quântico, adaptado computacionalmente para resolução e proposição de problemas "inteligentes", demanda muita engenharia e ciência.

Daniel Marin
Enviado por Daniel Marin em 17/02/2025
Alterado em 17/02/2025
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