Aplicações baseadas em Inteligência Artificial evidentemente objetivam no seu cerne "imitar" sob certo aspecto o gênero humano. Em certos casos até tem tido relativo êxito, mas contudo é preciso ter parcimônia e doses cavalares de calma. Já que um circuito lógico binário ou mesmo quântico, adaptado computacionalmente para resolução e proposição de problemas "inteligentes", demanda muita engenharia e ciência.
Muito embora também seja importante entendermos a ôntica significância do que "é ser" ou "ter" um "comportamento inteligente".