No fogo de chão dos galpões,
Jaz muita coisa entre brasas e cinzas altaneiras.
Nas ondas sonoras do cantarolar,
A vida passa num ato de pesar,
São música, trova e versejar,
Regados pelo doce amargo mate continentino,
Tendo às brutas paredes do galpão,
Como fiéis testemunhas do desatino.
Elas são à égide da saga da pampa,
A garupa xucra que leva a tradição adiante.