O amor enquanto um sentimento “bruto” e “primário” diria, tem um pé inclusive em práticas pré-históricas humanas. Os animais do gênero mamífero, na qual nós humanos nos encontramos classificados biologicamente, nutrem sentimentos arcaicos de amor, portanto o amor não necessariamente é um sentimento humano inédito.
Evidente que o amor humano revela-se o mais complexo, multifacetado e poético, quando relacionamos aos demais mamíferos. Verdadeiro? Talvez sim, talvez não, quem sabe?
O sentimento de amor talvez seja no seu estado mais basilar, um puro instinto de sobrevivência, quando traçamos um aspecto comparativo na questão mãe-filho, isto, pois, o amor maternal antes de tudo é servível para garantir a vivificação da criança (ainda em estado fetal, por exemplo). Tendo em vista que qualquer aspecto na qual obnubilar nossos pensamentos que tangentemente relativizam quando tecemos considerações a respeito do amor.
O amor é pureza, é entrega e compaixão. Mas, sobretudo aceitação!