DANIEL MARIN
Ninguém é uma ilha cerceado em si próprio, somos fruto de uma intrincada cadeia de interações.
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Textos

O fogo que consome,

Arrasa à vegetação,

São as mesmas labaredas escaldantes,

Que fazem arder o coração.

 

A nossa história,

Foi escrita no passado deleitoso,

Um passado registrado na memória,

Prisioneiro da fatal razão.

 

O fogo que consome,

Arrasa à vegetação,

São as mesmas labaredas escaldantes,

Que fazem arder o coração.

 

Não se pode relegar o sentimento,

Ele padece pouco a pouco,

Seus resquícios de momento,

Naufragam no rio da emoção.

 

O fogo que consome,

Arrasa à vegetação,

São as mesmas labaredas escaldantes,

Que fazem arder o coração.

 

Palavras de um dizer louco,

Brotam do pensamento deletério,

E viajam nas cordas do vento de verão.

 

O fogo que consome,

Arrasa à vegetação,

São as mesmas labaredas escaldantes,

Que fazem arder o coração.

 

E o vento?

Ah o vento!

Ah o vento!

Ah o vento!

É insopitável,

E trás seus vis tormentos.

Daniel Marin
Enviado por Daniel Marin em 01/11/2026
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