O cintilar das estrelas...
No mar infinito da galáxia,
Elas cravejam a grandiosa abóbada celeste...
Nos envolvem...
Nossa mente curiosa
Numa célere emoção profunda.
De atmosfera ciosa.
Que segredos ávidos guarda o cosmo infinito?
Mistérios profundos,
Pensamentos...
E pessimismos insanos,
Mistérios...
Mistérios...
Numa aquarela de sentimentos,
Pintada pela pastosa tinta,
De coloração azulada,
E brilho vívido circular.
É uma obra de van Gogh,
A noite estrelada em evoluções,
Que inspira e causa sensações,
Desperta a quente imaginação.
A breve existência humana...
Não mensura,
A apoteose da grandeza total,
Onde repousam,
Presas nas amarras do espaço tempo,
Os astros majestosos celestes.
Numa experiência única,
Significativa e plena,
No prisma racional,
Abrigamos nossa alma,
É a estrela seminal,
A povoar os pensamentos,
Presos numa realidade amorfa,
Tateando em busca da fatal verdade,
Numa alucinante busca,
Pela imaginária eternidade,
A nos apaixonar.